segunda-feira, 7 de abril de 2008
Verbos transitivos e intransitivos
1. Verbos transitivos: Os que exigem um complemento directo e/ou indirecto para que o seu sentido fique completo.
Ex: Comprar (alguma coisa) ;
Comer (alguma coisa).
1.1. Verbos transitivos directos: exigem complemento directo
2. Verbos intransitivos: Aqueles que não precisam de qualquer complemento para completar o sentido.
Ex: entrar, sair, nascer, morrer...
segunda-feira, 10 de março de 2008
Os valores de X
O X pode ler-se:
cs ......Ex - oxigénio, tóxico, intóxicado....
[ch]......... Ex - xadrez, xaile, queixa, Xavier....
[z]........... Ex - exemplo, exame, exército, exercício
cs ......Ex - oxigénio, tóxico, intóxicado....
[ch]......... Ex - xadrez, xaile, queixa, Xavier....
[z]........... Ex - exemplo, exame, exército, exercício
Verbos copulativos ou de ligação
São verbos que não têm complemento directo, que servem para ligar um sujeito e um adjectivo, que classifica o sujeito.
Ex's - ser, estar, parecer, continuar, ficar, tornar e permanecer...
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008
A lenda
- É um texto de origem popular, que passa de geração em geração por tradição oral.
- Conta uma história, relacionada com a origem de um topónimo (nome de uma terra), de um monumento, com um acontecimento histórico...
- situa-se num passado longínquo;
- tem, frequentemente um fundo histórico.
Tipos de lenda
- Lendas religiosas - (relacionadas com a vida de Jesus, Nossa Senhora, ou de santos)
- Lendas de entidades mitológicas - (Onde intervem o maravilhoso).
- Lendas históricas - (cujos protagonistas são personagens históricas)
- Lendas etiológicas - (procuram explicar a origem de um topónimo, de um fenómeno natural, de um nome...)
- Lendas de Mouros e de Mouras.
- Conta uma história, relacionada com a origem de um topónimo (nome de uma terra), de um monumento, com um acontecimento histórico...
- situa-se num passado longínquo;
- tem, frequentemente um fundo histórico.
Tipos de lenda
- Lendas religiosas - (relacionadas com a vida de Jesus, Nossa Senhora, ou de santos)
- Lendas de entidades mitológicas - (Onde intervem o maravilhoso).
- Lendas históricas - (cujos protagonistas são personagens históricas)
- Lendas etiológicas - (procuram explicar a origem de um topónimo, de um fenómeno natural, de um nome...)
- Lendas de Mouros e de Mouras.
segunda-feira, 21 de janeiro de 2008
O conto
O que é?
O conto é um tipo de narrativa que se opõe, pela extensão, quer à novela, quer ao romance. De facto, é sempre uma narrativa pouco extensa e a sua brevidade tem implicações estruturais: reduzido número de personagens; concentração do espaço e do tempo, acção simples e decorrendo de forma mais ou menos linear.
Embora o conto seja hoje uma forma literária reconhecida e utilizada por inúmeros escritores, a sua origem é muito mais humilde. Na verdade, nasceu entre o povo anónimo. Começou por ser um relato simples e despretensioso de situações imaginárias, destinado a ocupar os momentos de lazer. Um contador de histórias narra a um auditório reduzido e familiar um episódio considerado interessante. Os constrangimentos de tempo, a simplicidade da assembleia e as limitações da memória impõem que a "história" seja curta. Essas mesmas circunstâncias determinam, como já vimos, a limitação do número de personagens, a sua caracterização vaga e estereotipada, a redução e imprecisão das referências espaciais e temporais, bem como a simplificação da acção.
Personagens
A caracterização das personagens é sumária e estereotipada: os heróis concentram em si os traços positivos, enquanto os vilões evidenciam todos os aspectos negativos da personalidade humana. Dessa maneira personifica-se o bem e o mal e manifesta-se insistentemente a vitória do primeiro sobre o segundo.
A caracterização indirecta prevalece sobre a directa, visto que é sobretudo pelas suas acções que as personagens revelam o seu carácter.
Tempo e espaço
A fórmula inicial ("Era uma vez..." ou outra equivalente) remete para o passado e, desse modo, funciona como um sinal de que se vai passar do mundo real para um mundo irreal, o mundo da fantasia, onde tudo é possível. Esse mergulho no imaginário termina com a fórmula final: "...e viveram felizes para sempre."
Ao longo do conto as indicações de natureza temporal são sempre limitadas e vagas, não permitindo determinar com rigor a duração da acção ou a localização num contexto histórico preciso. O mesmo acontece relativamente ao espaço: um palácio, uma casa, uma fonte, uma floresta...
Na verdade, as vagas referências espácio-temporais aparecem apenas porque são uma exigência da narrativa, visto que nada acontece fora do tempo e do espaço. Não é o onde nem o quando que interessa, mas sim o que acontece, a acção. As próprias personagens são um mero suporte da acção, daí a sua caracterização estereotipada.
A conjugação dessas características (personagens estereotipadas e espaço e tempo indeterminados) concede às histórias um carácter atemporal e universal, que permite a sua reactualização permanente: é algo que poderia acontecer em qualquer tempo e em qualquer lugar.
Fonte:http://pwp.netcabo.pt/0511134301/conto.htm
segunda-feira, 14 de janeiro de 2008
A gramática
- Morfologia: classe de palavras
- Sintexe: função das palavras na frase
- Léxico: as palavras de uma língua (comose formam, como se renovam)
- Pragmática: os diferentes modos de usar a língua (em função da situação de comunicação, dos interlocutores, dos objectivos da comunicação...)
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